sábado, 7 de maio de 2011

tecnologia e engenharia civil

Microcimento: nova tecnologia na manutenção e reparação de pavimento

Janeiro 13, 2008
“A tecnologia de reabilitação de pisos com a utilização de microcimentos , mas muito utilizada em alguns países com grande sucesso e custo altamente competitivo face às tecnologias convencionais
Qualquer manutenção ou reparo em pisos industriais deve ser realizada de maneira criteriosa, iniciando pela observância das condições de uso e vida útil estabelecida no projecto deste piso. Dessa maneira, uma avaliação prévia das condições estruturais de um piso deve ser feita considerando os dados estabelecidos em projeto e as condições de execução do mesmo e, na falta destes dados, esta avaliação deve ser realizada com base em técnicas recomendadas para avaliação.
As patologias mais comuns que acometem os pisos são as perdas de suporte por recalque de fundação resultando em degraus, movimentação vertical de placas, esborcinamento de juntas, bombeamento de finos da base (mais comum em pavimentos rodoviários e eventuais pisos externos), empenamento de placas, quebras localizadas, trincas e fissuras, delaminação superficial, desgaste por abrasão, empoeiramento, dentre outros.
Uma vez determinada a anomalia do piso, estuda-se as alternativas cabíveis de reabilitação, que devem considerar as causas que originaram tais patologias.
Dentre as mais recentes tecnologias para manutenção e recuperação de um piso industrial, destaca-se a utilização de microcimentos “in natura” ou compósitos a base de microcimentos, dependendo do tipo de patologia, ou até mesmo uma associação dos processos.” in Revistas Pisos Industriais (texto em brasileiro)



A ponte que parece um autorama dos sonhos




Parece um delírio arquitetônico, mas essa proposta de ponte entre Hong Kong e a China continental tem sua razão: em Hong Kong, ao contrário do que ocorre na China, utiliza-se a mão inglesa, com os veículos rodando à esquerda.



A solução aqui é fazer as pistas se cruzarem para inverter a mão automaticamente, sem cruzamentos, semáforos e sem interferir nas regras de trânsito de cada uma das partes, já que o crossover ocorre sobre o mar.
http://img.photobucket.com/albums/v702/Pinatubo/PearlRiverBridge.jpg

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Falta de engenheiros no país pode causar atrasos nas obras do PAC, Copa e Olimpíadas

Segundo o presidente do Confea, a cada ano o país tem um déficit de 20 mil engenheiros. No Brasil, a cada 50 formandos, apenas um é engenheiro
Faltam engenheiros no Brasil, e essa carência pode levar a atrasos nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), da Copa de 2014 e das Olimpíadas no Rio em 2016. É o que afirma o presidente do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), Marcos Túlio de Melo. “Estão faltando engenheiros no mercado de trabalho e faltarão mais ainda”, disse. Para ele, “o apagão de mão de obra poderá trazer graves consequências para a economia brasileira”.

Segundo o cálculo do Conselho, o déficit no Brasil, hoje, é de 20 mil engenheiros por ano, número que deve aumentar com a crescente demanda por esses profissionais nos projetos do PAC, do Programa Minha Casa, Minha Vida, na exploração de petróleo no pré-sal, nas Olimpíadas e na Copa do Mundo.

Para Melo, faltam engenheiros para empreender projetos básicos e executivos. Ele diz ainda que já se sente essa carência e que a Federação Internacional de Futebol (Fifa) reclama constantemente dos atrasos nas obras dos estádios brasileiros, muitos dos quais tiveram que, inclusive, ser projetados no exterior.

“Isso pode ser viável (pedir a escritórios estrangeiros que projetem grandes obras) desde que haja reciprocidade e se tenha oportunidades de negócios para empresas brasileiras no exterior”, disse ontem (22) o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, durante encontro organizado pelo Confea em Brasília.